Após receber as coordenadas dos alvos, as unidades blindadas se posicionaram em locais estratégicos para efetuar o ataque. Com a precisão esperada, os disparos atingiram não apenas os centros de comando, mas também áreas de armazenamento de drones. Um comandante de uma das companhias envolvidas destacou que, atualmente, as principais ações no campo de batalha são lideradas pela infantaria e unidades de drones, enquanto os tanques oferecem suporte por meio de fogo intenso.
Além do impacto direto nos centros de comando, a operação resultou na destruição de quatro terminais de comunicação via satélite Starlink e um número expressivo de drones de reconhecimento e ataque, contabilizando mais de 15 veículos aéreos não tripulados de distintos tipos. O Ministério da Defesa russo informou que a ação resultou na eliminação de pelo menos 20 operadores e engenheiros das unidades de drones ucranianas.
Em termos táticos, a mobilidade dos tanques foi ressaltada como um fator crucial. Suas posições são geralmente mais próximas da linha de contato, o que os distingue da artilharia convencional. Após realizarem os disparos, os tanques imediatamente mudam para locais alternativos previamente planejados, minimizando os riscos de retaliações. O comandante observou que a escolha da munição é adaptada ao tipo de alvo, utilizando explosivos de alta potência para abrigos comuns, enquanto estruturas fortificadas demandam munições cumulativas e perfurantes.
Essas operações refletem a contínua escalada do conflito na região, com potências militares buscando manter o controle e a supremacia na guerra de informações e manobras táticas, essenciais para o sucesso no campo de batalha.
