Segundo informações divulgadas pela investigação, Cícero teria enviado dois recados à enteada e, em um deles, expressou sua intenção de se dirigir ao local onde as vítimas estavam reunidas. O delegado Sidney Tenório afirmou que o homem, possivelmente movido por ciúmes, alertou: “Não quero machucar ninguém, mas estou indo lá agora”. Naquele momento, as vítimas, juntamente com a esposa do suspeito, estavam consumindo bebidas alcoólicas, e foi apenas pouco tempo depois que Cícero agiu.
As vítimas, cujas idades variam entre 53 e 73 anos, foram mortas com faca. Entre elas, Maria Elizete do Carmo, de 56 anos, era cunhada do suspeito. O crime se desenrolou em um ambiente onde a intoxicação alcoólica pode ter influenciado na vulnerabilidade das vítimas. A esposa de Cícero havia deixado o local antes do ataque, o que gera mais questionamentos sobre a dinâmica familiar e os motivos que levaram ao desfecho trágico.
As autoridades revelaram que Cícero tinha um histórico de violência doméstica, com um registro que data de maio do ano passado. Na ocasião, ele foi preso por um breve período e, em seguida, liberado, o que levanta questionamentos sobre a eficácia das medidas de proteção disponíveis para vítimas de violência familiar.
Neste momento, a Polícia Civil está empenhada em localizar o suspeito, que permanece foragido. As investigações seguem, e a equipe de policiais já iniciou o processo de ouvir testemunhas e familiares das vítimas em busca de mais informações que possam esclarecer as circunstâncias deste caso chocante que deixou a comunidade em estado de consternação. As diligências e apurações continuam em um esforço para garantir justiça neste crime hediondo.