Segundo o parlamentar, o Advogado-Geral da União tem como função chefiar um departamento que cuida juridicamente das ações do governo, e não deveria se pronunciar sobre temas ambientais sem o devido embasamento. Bittar afirmou que Messias teria feito declarações ignorantes e disseminado desinformação durante um seminário em Brasília.
Uma das declarações específicas de Messias que foram alvo de críticas por parte de Bittar foi relacionada à legislação ambiental brasileira. O senador argumentou que o advogado estava equivocado ao afirmar que o Estado brasileiro, sob o governo de Jair Bolsonaro, não atuou de maneira adequada na fiscalização ambiental. Bittar defendeu a legislação ambiental brasileira como uma das mais rigorosas do mundo, citando que grande parte da Amazônia ainda permanece intocada e preservada.
Além disso, Bittar também atacou autoridades que, em sua visão, criticam o Brasil em áreas onde o país é exemplo para o mundo. Para o senador, o Brasil tem o direito e a moral de preservar seu território e sua legislação ambiental, sem sofrer interferências externas.
Diante dessas críticas, o pronunciamento de Marcio Bittar no Plenário do Senado evidenciou um descontentamento com a atuação do Advogado-Geral da União e reforçou a defesa da legislação ambiental brasileira como um patrimônio a ser preservado.