Teresa Leitão ressaltou a vantagem estratégica do Brasil, que figura entre as nações com as maiores reservas de terras-raras do mundo. Para a parlamentar, o diálogo em torno dessa questão ultrapassa o simples aspecto da mineração, abrangendo a segurança energética e a autonomia econômica em um contexto de crescente competição internacional por minerais essenciais.
Em suas declarações, a senadora alertou para a importância de legislar sobre os recursos naturais do Brasil de maneira que os benefícios se revertam em favor da população brasileira. Isso se torna ainda mais relevante em um momento em que países ricos em reservas minerais estão se tornando protagonistas nas cadeias produtivas e nas dinâmicas geopolíticas.
Teresa enfatizou que o Brasil deve evitar cair em soluções que se baseiam exclusivamente na exportação de matérias-primas, que normalmente apresentam baixo valor agregado e limitada capacidade de transformação industrial. Para ela, é fundamental que a exploração de minerais estratégicos esteja atrelada à criação de empregos qualificados, ao fortalecimento da indústria nacional e ao avanço científico.
“Não podemos permitir que a história se repita”, advertiu a senadora, ressaltando que a adoção de um modelo ultrapassado significaria uma perda significativa em termos de empregos, inovação e arrecadação. Com essa discussão, Teresa Leitão aponta para um futuro em que o Brasil não apenas se beneficie de suas riquezas minerais, mas também crie um caminho sustentável e inovador para o progresso econômico.





