Moro reconheceu que o Plano Safra 2026/27 traz algumas inovações positivas, mas, de acordo com sua análise, essas iniciativas são insuficientes para enfrentar os desafios que o setor agrícola enfrenta atualmente. Em seu discurso, o senador enfatizou a urgência de abordar a negligência do governo federal em relação às demandas do agronegócio brasileiro. “Embora o Plano Safra lançado hoje tenha seus méritos, ele não é suficiente para mitigar as perdas e a situação de extrema dificuldade que os agricultores brasileiros estão vivendo”, criticou.
Ainda no seu pronunciamento, Moro sublinhou a relevância do agronegócio para a economia do Paraná, ressaltando que a produção agropecuária é uma das principais fontes de riqueza e empregabilidade no estado. O senador também comentou sobre o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, afirmando que esse entendimento poderia gerar benefícios significativos para ambas as partes. Entretanto, ele cobrou uma postura mais enérgica do governo federal em relação às barreiras enfrentadas pelos produtos brasileiros nos mercados internacionais.
Dessa forma, Moro reforçou a necessidade de um compromisso renovado e eficaz por parte do governo no apoio aos agricultores, fundamentais para a economia nacional e a segurança alimentar. Segundo ele, a proteção do agronegócio não é apenas uma questão setorial, mas uma questão de justiça econômica e social que envolve milhões de brasileiros comprometidos com a produção de alimentos.





