Moro enfatizou que a privatização da Copel não deve ser vista como um fator que isenta a empresa de suas responsabilidades. Segundo o senador, a expectativa em relação à privatização deveria ser um aumento na eficiência operacional, resultando não em lucros exacerbados para os acionistas, mas em uma significativa melhoria na qualidade do serviço oferecido à população paranaense. Ele afirmou que, apesar da nova estrutura de gestão, a obrigação da companhia permanece: garantir um serviço de qualidade para todos os cidadãos do estado.
O senador também se mostrou alarmado com os recentes reajustes nas tarifas de energia elétrica, que, segundo a Copel, variam de cerca de 19% para usuários residenciais a até 51% para empresas. Para Moro, esses percentuais são injustificáveis, considerando o nível de investimentos realizados pela companhia. Ele questionou se os aumentos tarifários realmente correspondem a melhorias na infraestrutura e na qualidade do fornecimento.
Essa crítica foi proferida em uma audiência pública da Comissão de Serviços de Infraestrutura, onde Moro participou do debate sobre os serviços da Copel e sua relevância para a comunidade paranaense. O senador reiterou a necessidade de respostas concretas e ações eficazes da empresa em resposta às demandas da população, que clama por um serviço de energia elétrica que atenda suas necessidades de forma eficiente e confiável. O foco, segundo ele, deve ser sempre o bem-estar dos cidadãos que dependem dessa essencial infraestrutura.







