SENADO FEDERAL – Senado Lança Frente Parlamentar pela Paz Mundial com Foco em Diálogo e Justiça Social em Tempos de Intolerância e Conflitos Globais

Na quinta-feira (7), o Senado brasileiro deu um passo significativo rumo à promoção da paz ao instalar a Frente Parlamentar pela Paz Mundial (FPAZ). A nova iniciativa busca intensificar a participação do Congresso na promoção de uma cultura de paz, defesa da democracia, justiça social e fomento ao diálogo. O senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, assume a presidência da frente, junto com os senadores Flavio Arns (PSB-PR) e Eduardo Girão (Novo-CE) como vice-presidentes.

A FPAZ estabeleceu um estatuto que guiará a atuação dos parlamentares, enfatizando a necessidade de uma abordagem que transforme a mentalidade de conflitos em uma busca pela pacificação, fundamentada no amor universal. Em sua declaração, Paulo Paim ressaltou que a frente não deve ser apenas uma estrutura institucional, mas sim um compromisso humanitário diante dos conflitos que assolam o cenário internacional e as violências sociais que ocorrem em solo brasileiro.

O senador fez menção a conflitos globais em regiões como a Ucrânia, Gaza, Israel e vários países africanos, além de problemas internos, como feminicídio, tráfico de drogas e intolerância. Para Paim, a valorização dos direitos humanos e do respeito às diferenças é fundamental para fortalecer a cultura de paz no Brasil. Ele enfatizou que as decisões do Congresso devem refletir essa urgência, afirmando que “falta amor”, e que esse sentimento é essencial para garantir paz, justiça e dignidade.

Eduardo Girão, por sua vez, defendeu que a criação da FPAZ deve ajudar a estimular o diálogo e reduzir tensões sociais e políticas, considerando a paz como uma prioridade na agenda pública do país. Ele alertou para a necessidade de “desarmar os espíritos”, ressaltando que a paz não é apenas a ausência de violência, mas também um chamado à ação e à justiça social.

O ex-senador Ulisses Riedel, escolhido como secretário-executivo do grupo, destacou que a instalação da frente amplia as oportunidades de articulação em prol da paz, ressaltando que a construção da paz envolve educação e diálogo desde a formação básica.

O professor da Universidade de Brasília, Mário Brasil, comentou sobre a importância da reflexão individual nas ações do cotidiano, enquanto a professora Jaqueline Moll, da União Planetária, realçou o papel da educação na promoção da paz, argumentando que um futuro melhor depende da transformação do presente.

Com a presença inicial de oito membros, a frente se reunirá nos próximos dias para definir seu plano de trabalho e planejar as primeiras iniciativas e debates, consolidando assim um compromisso institucional importante em prol da paz mundial.

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