Os participantes ressaltaram que a implementação de diretrizes bem definidas é crucial para aumentar a participação do Brasil em indústrias emergentes e de grande relevância, como a transição energética, a mobilidade elétrica, a fabricação de semicondutores e os avanços em inteligência artificial. Nesse contexto, o Brasil se destaca como um dos países mais bem posicionados no mercado global de minerais estratégicos, dado a sua vasta riqueza em recursos naturais e a diversidade de minerais críticos que possui.
A transição para uma economia mais verde e sustentável, atendendo às demandas das novas tecnologias, reforça a urgência da criação de uma política que organize e promova o setor. O uso crescente de tecnologias limpas, como veículos elétricos e a necessidade de semicondutores, torna ainda mais evidente a importância de uma estrutura que não só facilite a exploração mineral, mas também promova a pesquisa e o desenvolvimento em áreas correlatas.
Além disso, a segurança jurídica é um aspecto fundamental que deve ser garantido para atrair investimentos estrangeiros e estimular a competitividade das empresas brasileiras. Uma legislação clara e estável é vista como essencial para criar um ambiente de negócios favorável, essenciais para alavancar o setor de minerais estratégicos.
Neste cenário, o debate na CI do Senado representa um passo significativo rumo ao fortalecimento das políticas que norteiam a exploração e o uso sustentável dos recursos minerais do Brasil, precificando não apenas as vantagens econômicas, mas também o desenvolvimento social e ambiental. A expectativa é que esse impulso seja um catalisador para que o Brasil se consolide como referência no setor, beneficiando a economia nacional e promovendo o desenvolvimento tecnológico no país.




