A proposta de Cleitinho é uma resposta ao aumento do número de ocorrências de atos violentos em escolas desde 2019. O senador acredita que a presença de um agente de segurança armado nas instituições de ensino proporcionará uma sensação maior de segurança para todos, além de possibilitar a fiscalização da entrada de objetos suspeitos nas escolas, como armas e explosivos. Cleitinho argumenta que um profissional armado seria capaz de resistir eficientemente a qualquer tentativa de atentado contra as crianças.
A proposta gerou uma série de debates e opiniões divergentes. Alguns defendem que a medida é necessária para garantir a segurança das escolas e prevenir tragédias. Argumentam que em casos de ameaças ou atos de violência, a presença de um profissional armado seria uma resposta rápida e eficiente para proteger a comunidade escolar. Outros, no entanto, expressam preocupação com os riscos e possíveis consequências negativas não intencionais. Eles alegam que a presença de armas de fogo em ambiente escolar pode aumentar a tensão e gerar um clima de insegurança, além de representar um potencial risco para alunos e professores.
Esse projeto de lei também levanta questionamentos sobre a necessidade de investimentos na segurança escolar de forma mais ampla, como a implementação de sistemas de vigilância, treinamento de profissionais para lidar com situações de crise, fortalecimento dos vínculos entre a escola e a comunidade local, e políticas públicas que visem a prevenção da violência.
Apesar das opiniões divergentes, é importante ressaltar que o projeto de lei proposto pelo senador Cleitinho ainda está em fase inicial de tramitação. É fundamental acompanhar o debate público e ouvir as diversas vozes envolvidas para que, no final, seja alcançada uma solução que priorize a segurança e o bem-estar dos estudantes, professores e funcionários das escolas.