A coordenadora da bancada, Virgínia Maués, enfatizou a relevância dessa parceria com o OMV, que busca fortalecer o acompanhamento de pautas essenciais para o gênero feminino. Durante a reunião, a coordenadora do Observatório, Maria Teresa Prado, apresentou a nova plataforma de monitoramento legislativo, nomeada “Mulheres em Pauta 2.0”. Essa ferramenta é uma evolução de um boletim que anteriormente era enviado por e-mail e agora oferece um acesso mais amplo a dados estratégicos.
O “Mulheres em Pauta” é projetado para reunir as proposições que as senadoras consideram prioritárias e possibilita um acompanhamento em tempo real da tramitação dessas matérias, permitindo identificar avanços e obstáculos que surgem ao longo do processo legislativo. Maria Teresa destacou que essa plataforma não só facilita a visualização das etapas de cada proposição, mas também permite uma articulação mais eficaz em torno de temas urgentes.
Além da apresentação da plataforma, a reunião abordou projetos significativos do OMV, incluindo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher e o Mapa Nacional da Violência de Gênero. Durante o encontro, foram revelados detalhes sobre um novo estudo que se concentrará nas experiências de mulheres trans e travestis, com resultados programados para serem divulgados em 25 de junho.
A análise do impacto do mês de março de 2025 na pauta legislativa dos direitos das mulheres também foi discutida, ressaltando um aumento nas tramitações de proposições prioritárias. Um boletim contendo os principais achados dessa análise foi distribuído aos presentes e está disponível para consulta no site do OMV.
Essas iniciativas são fundamentais para garantir que a luta pelos direitos das mulheres seja cada vez mais respaldada por dados e informações estratégicas, refletindo um comprometimento contínuo das parlamentares em promover mudanças significativas na sociedade. A colaboração entre a Bancada Feminina e o Observatório reafirma a importância de uma atuação conjunta e bem informada no enfrentamento da violência de gênero e na proteção dos direitos femininos no Brasil.
