SENADO FEDERAL – Governo Federal Envia Proposta ao Congresso com Metas de Superávit Primário de 0,25% do PIB e Inflação de 3,6% para 2026.

Na última sexta-feira, o governo federal apresentou ao Congresso Nacional uma proposta orçamentária que sugere um superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano de 2026. Essa medida ocorre em um contexto econômico desafiador, buscando sinalizar um caminho de sustentabilidade fiscal para os próximos anos. Além do superávit, a proposta também projeta uma inflação de 3,6%, um dado que reflete as expectativas quanto aos preços e à economia em geral.

O superávit primário é um parâmetro importante, pois representa a diferença positiva entre as receitas e despesas do governo, excluindo os juros da dívida. Para os economistas, atingir esse objetivo é fundamental para que o país mantenha um controle mais rigoroso sobre suas contas públicas e minimize o crescimento da dívida ao longo do tempo. Com um cenário global instável, que pode impactar a economia nacional, a meta apresentada é uma tentativa de reafirmar o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal.

A cifra de 3,6% de inflação projetada para 2026, por sua vez, reflete um esforço em estabilizar a economia brasileira, uma vez que a inflação é um dos principais fatores que afetam o poder aquisitivo da população e influenciam as decisões de consumo e investimento. O governo espera que essa previsão ajude a construir um cenário mais favorável, afastando a incerteza que frequentemente permeia o debate econômico.

Agora, a proposta segue para apreciação da Comissão Mista de Orçamento (CMO), onde os parlamentares deverão discutir e deliberar sobre os detalhes apresentados. O encaminhamento do projeto ao Congresso é um passo importante na construção da pauta financeira do governo e poderá ter impactos significativos na trajetória econômica do Brasil nos próximos anos. A aprovação e a execução das medidas propostas dependerão do alinhamento político e da capacidade do governo em mobilizar apoio entre os legisladores, essencial para garantir a efetividade das políticas fiscais e monetárias. Assim, o cenário orçamentário permanece em aberto, sujeito às variações das condições econômicas internas e externas.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo