A proposta em questão visa à divulgação de informações para a população acerca da prestação de contas dos recursos públicos repassados e a gestão educacional, abrangendo até mesmo o ensino superior. O Estado será obrigado a disponibilizar, em meio eletrônico, informações acessíveis referentes aos sistemas federal, distrital, estaduais e municipais de ensino.
Além disso, o projeto estabelece que escolas comunitárias, confessionais e filantrópicas que recebem recursos públicos não podem ter entre seus dirigentes membros de Poder ou do Ministério Público, dirigentes de órgão ou entidade da Administração Pública, nem parentes deles até o terceiro grau.
Outro ponto relevante da proposta é o direito de acesso a informações públicas sobre a gestão da educação. Os pais e responsáveis dos estudantes terão a prerrogativa de acessar informações sobre as avaliações de qualidade realizadas pelo poder público (Enade) ou por organizações internacionais (Pisa) nas instituições de ensino mantidas pela iniciativa privada.
Além disso, a Comissão de Educação também deve apreciar o Projeto de Lei 1.765/2024, que reconhece a Festa do Sairé como manifestação imaterial da cultura nacional. Realizada em Alter do Chão, no Pará, a festa folclórica envolve a disputa entre os grupos do Boto Tucuxi e Boto Cor de Rosa, remetendo à lenda amazônica do boto, um golfinho de água doce que se transforma em um jovem sedutor. Segundo o relator, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), a festa não é apenas um evento cultural, mas também um importante motor econômico e social para a região.
Dessa forma, a reunião da Comissão de Educação promete abordar temas relevantes para a transparência na gestão educacional e para o reconhecimento da diversidade cultural brasileira.





