Em resposta, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, destacou a ampla alinhamento entre os EUA e Israel em relação às questões do Oriente Médio, incluindo a contenção da influência do Irã e a execução do plano de Trump para assumir o controle de Gaza. Netanyahu convocou seu gabinete de segurança para discutir as negociações da fase dois do cessar-fogo em Gaza, em coordenação com o enviado de Trump para a região, Steve Witkoff.
Trump propôs que o Egito e a Jordânia acolhessem refugiados palestinos durante o período de reconstrução, mas a ideia foi rejeitada pelos governos árabes, preocupados com o possível exílio permanente dos palestinos. O Egito lidera um esforço para encontrar uma alternativa, planejando formar um comitê de tecnocratas para administrar a região e treinar palestinos para fornecer segurança, buscando fontes de financiamento para o projeto.
Essa proposta gerou divergências e incertezas na região, com os governos árabes buscando formas de lidar com a situação e garantir o bem-estar dos palestinos. A comunidade internacional segue atenta às negociações em andamento e às decisões que serão tomadas em relação ao futuro de Gaza e da população palestina. O desfecho dessas discussões terá impactos significativos para o Oriente Médio e para as relações internacionais.





