Após a recente campanha que resultou em um vice-campeonato mundial, Scaloni expressou o desejo de fazer uma pausa em sua carreira. Ele afirmou que precisa “recuperar as energias” após um ano intenso de competições. Em declarações à mídia, Scaloni enfatizou que a sua intenção é relaxar e descansar um pouco após cumprir sua função até dezembro.
“A partir de dezembro, vou parar. Conversei com o presidente e quero focar em desacelerar,” disse Scaloni na zona mista do MetLife Stadium, sublinhando a importância de um tempo para reflexão e descanso.
Diante da notícia sobre sua saída, começam a surgir candidatos para assumir o comando da seleção. Entre os nomes mais cotados está Marcelo Gallardo, ex-treinador do River Plate. Gallardo é amplamente admirado por sua capacidade de construir equipes competitivas e por implementar um estilo de jogo ofensivo, e atualmente está disponível no mercado após sua saída do clube.
Outro nome em pauta é o de Pablo Aimar, que tem sido o braço direito de Scaloni desde o início de seu mandato em 2018. Com conhecimento profundo do elenco e experiência nas conquistas recentes, Aimar seria uma opção viável para dar continuidade ao trabalho realizado até agora.
No entanto, o sonho da AFA pode recair sobre Diego Simeone, treinador do Atlético de Madrid, que se destaca por sua longa e bem-sucedida trajetória na Europa. Embora tenha contrato com o clube espanhol até 2027, Simeone já expressou o desejo de um dia assumir a seleção argentina. A possibilidade de sua contratação, no entanto, depende de sua disposição para deixar sua função em Madrid.
Outra alternativa que a AFA considera é Mauricio Pochettino, atual técnico da seleção dos Estados Unidos. Pochettino possui vasta experiência em clubes renomados, como PSG e Tottenham, e é conhecido por sua habilidade em desenvolver jovens talentos e conduzir projetos de longo prazo.
A AFA, por sua vez, adota uma postura cautelosa, priorizando a escolha de um novo técnico que não apenas preencha a vaga, mas que tenha um plano sólido para o futuro, especialmente pensando no Mundial de 2030. Com essas opções em análise, o futuro da seleção argentina promete ser um tema de grande discussão nos próximos meses.





