Essas mudanças, que devem ser implementadas até 30 de junho de 2028, visam integrar ensino, pesquisa e extensão desde o início da graduação, estabelecendo uma articulação entre teoria e prática. A nova diretriz estabelece que a formação deve estar alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), priorizando a promoção da saúde, a redução das desigualdades e o respeito à diversidade cultural do país.
Os cursos serão divididos entre as modalidades de bacharelado e licenciatura, sendo que esta última terá foco na educação profissional técnica de nível médio, preparando docentes para os cursos técnicos de enfermagem. O currículo deverá abranger áreas fundamentais como cuidado em saúde, gestão, educação em saúde e pesquisa, além de desenvolver competências que incluem não apenas o cuidado individual e coletivo, mas também a gestão de serviços de saúde e a participação ativa na formulação de políticas públicas.
Essa nova diretriz também propõe formar profissionais capazes de atender às necessidades contemporâneas dos sistemas de saúde, com um forte compromisso em relação ao fortalecimento do SUS. Além disso, o projeto pedagógico dos cursos deverá seguir princípios inclusivos, democráticos e de responsabilidade social, refletindo um compromisso com a qualidade na formação de futuros profissionais da enfermagem.
Essas mudanças são um importante passo para elevar o padrão de formação na área, assegurando que os profissionais estejam preparados para enfrentar os desafios exigidos pelo complexificado cenário da saúde no Brasil, tanto no setor público quanto no privado.





