Segundo o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, não há relatos de desabastecimento de vacinas no estado. Além disso, o governo federal está disponibilizando recursos para repor os estoques de vacinas perdidos durante as enchentes, bem como da rede de frio para o armazenamento adequado dos imunizantes.
Outra medida importante adotada pelo Ministério da Saúde foi a flexibilização das regras para retirada de medicamentos pelo programa Farmácia Popular no Rio Grande do Sul. Agora, não é mais necessário apresentar documentos oficiais com foto, CPF ou receita médica para acesso a medicamentos para tratamento de asma, hipertensão e diabetes. Além disso, os cidadãos poderão manter seus tratamentos por até seis meses sem a necessidade de renovar as receitas.
O Hospital de Campanha do Ministério da Saúde em Canoas também está desempenhando um papel fundamental no atendimento às vítimas das enchentes. Com uma equipe de 134 profissionais da saúde, a unidade já realizou mais de mil atendimentos, incluindo consultas médicas, atendimentos volantes e aeromédicos. A Força Nacional do SUS também está atuando no local para garantir o atendimento necessário à população.
Diante desse cenário de emergência de saúde pública, o Ministério da Saúde segue trabalhando em conjunto com as autoridades locais para garantir o acesso aos serviços de saúde e a assistência necessária às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Medidas como o envio de doses extras de vacinas, a flexibilização do acesso a medicamentos e o funcionamento do Hospital de Campanha são essenciais para atender às necessidades da população nesse momento delicado.





