SAÚDE – BNDES firma parceria de R$ 1,1 bilhão com Ministério da Saúde e Inca para reforma e construção de sede no Rio de Janeiro.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmou um acordo com o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) para a realização de um ambicioso projeto que envolve a reforma da sede atual do Inca, localizada no centro do Rio de Janeiro, e a construção de três novos prédios no terreno vizinho. Este empreendimento será realizado por meio de uma parceria público-privada (PPP) e terá um investimento estimado em R$ 1,1 bilhão.

Além das obras de reforma e construção, a PPP inclui a prestação de serviços não assistenciais pelo futuro concessionário do complexo, que passará a ser conhecido como novo campus do Inca. Este novo centro de desenvolvimento científico e tecnológico abrangerá diversas áreas de alta complexidade no tratamento, pesquisa, ensino, prevenção e gestão do câncer. Com a concentração das 18 unidades do instituto neste novo complexo, espera-se uma otimização significativa nos serviços prestados.

É importante ressaltar que a assistência médica continuará sendo oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por meio dos servidores públicos do Inca. Já os serviços não assistenciais, que englobam reforma, construção, equipamentos, instalações, operação, segurança, limpeza, conservação, hotelaria, lavanderia, brigada de incêndio e informática, serão de responsabilidade da empresa privada que firmar a parceria.

O terreno onde será construído o novo complexo foi cedido à União pelo governo do estado e era anteriormente ocupado pelo Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Iaserj), que foi desocupado em 2012 e demolido posteriormente. As obras estavam paralisadas desde 2015, mas agora serão retomadas com a parceria entre BNDES, Ministério da Saúde, Inca e a empresa privada.

Com esta parceria, o Inca terá uma infraestrutura hospitalar mais moderna e eficiente, proporcionando melhores condições de trabalho aos profissionais de saúde e um atendimento de maior qualidade à população. Espera-se também uma ampliação significativa na oferta de leitos de internação, além de benefícios como a otimização de recursos, redução de custos, modernização das instalações e melhoria operacional do sistema de saúde. Este é um passo importante para o aprimoramento do tratamento do câncer no país e para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

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