Segundo a Anvisa, essa ação foi motivada pela ausência de informações claras sobre a proveniência do produto e sua composição, além de alegações terapêuticas indevidas que foram divulgadas em suas propagandas. Tais alegações incluem promessas de combate a inflamações, fortalecimento das articulações, alívio de desconfortos e melhorias na mobilidade, o que foge das normativas que regem os alimentos.
Em um cenário semelhante, a Anvisa também emitiu uma resolução específica que determina a suspensão da comercialização e do uso de certos lotes de um suplemento alimentar de creatina em gomas mastigáveis, disponível no sabor uva verde, fabricado pela Idn Labs Indústria Farmacêutica & Food Supplements Ltda. A empresa, ao perceber que os níveis de creatina nos produtos estavam além do limite permitido, decidiu realizar um recolhimento voluntário. Além da questão do teor da substância, a Anvisa destacou irregularidades na rotulagem, incluindo alegações não autorizadas e discrepâncias em relação ao fabricante. Essas inconformidades comprometem a segurança e a conformidade regulatória dos produtos.
Essas intervenções vêm em um momento onde a segurança alimentar e a fiscalização rigorosa são fundamentais para proteger a saúde pública. Tanto os consumidores quanto os profissionais de saúde são alertados a se manterem informados e cautelosos em relação a suplementos alimentares que não apresentem garantias quanto à sua eficácia e segurança. A Anvisa, ao agir de forma assertiva, reafirma seu compromisso em preservar a integridade do mercado de alimentos e suplementos no Brasil, garantindo que apenas produtos seguros e eficazes cheguem aos consumidores.
