O recolhimento inclui cerca de 374,4 mil garrafas de 500 ml, das quais a distribuição foi realizada em diferentes regiões: 230.443 unidades no Distrito Federal, 66.768 em municípios de Goiás, além de 1.439 em Tocantins e 75.750 em São Paulo. A Mineração Bom Jesus informou que até o presente momento não houve registro de reclamações de consumidores referente ao lote em questão.
O alerta sobre a bactéria foi emitido após a detecção de Pseudomonas em amostras de água, obtidas durante uma ação de fiscalização pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a constatação, a empresa voluntariamente decidiu fazer o recolhimento do produto, conforme orientações da Anvisa. Assim, a Divisa/DF (Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal) interditou o local onde o produto é fabricado e notificou a Anvisa da situação.
A autoridade sanitária recomenda que os consumidores verifiquem seus estoques caseiros para identificar se possuem garrafas do lote recolhido, que foram fabricadas em 20 de janeiro de 2026 e têm validade até 20 de janeiro de 2027. Aqueles que encontrarem o produto devem se abster de consumi-lo e aguardar diretrizes da empresa sobre a devolução e reembolso.
Além disso, a Mineração Bom Jesus iniciou um processo de investigação interna para apurar a origem da contaminação e suas possíveis causas. A Anvisa e as vigilâncias sanitárias estão monitorando a situação de perto. Segundo informações divulgadas, até o atual momento, a presença da bactéria parece estar restrita a este lote específico, e cerca de 99,2% das unidades já foram retiradas do mercado. A empresa tem colaborado ativamente com as autoridades, prestando esclarecimentos e adotando as medidas necessárias para lidar com a situação.
