SAÚDE – Anvisa aprova composição de vacinas contra influenza para 2024 seguindo recomendações da OMS.

No último dia 23, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a composição das vacinas contra influenza que serão utilizadas no Brasil em 2024. De acordo com o órgão, essa mudança na composição das vacinas é fundamental para garantir a eficácia da imunização, devido à capacidade do vírus influenza de se adaptar e sofrer mutações.

A cada ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realiza uma análise criteriosa dos subtipos do vírus influenza que estão circulando com maior frequência para identificar as cepas mais adequadas para compor a vacina. Com base nessas recomendações da OMS, a Anvisa publica anualmente a composição das vacinas contra influenza que serão utilizadas no Brasil no próximo ano.

Para o ano de 2024, as vacinas trivalentes produzidas a partir de ovos de galinha deverão conter as seguintes cepas: Influenza A/Victoria/4897/2022 (H1N1)pdm09, Influenza A/Thailand/8/2022 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). Já as vacinas não baseadas em ovos deverão ter uma cepa do vírus influenza A (H1N1) similar ao vírus influenza A/Wisconsin/67/2022 (H1N1)pdm09, uma cepa do vírus A (H3N2) similar ao vírus influenza A/Massachusetts/18/2022 (H3N2) e a cepa B.

Além das vacinas trivalentes, também foram autorizadas as vacinas quadrivalentes, que deverão conter as três cepas obrigatórias, além de uma cepa similar ao vírus Influenza B/Phuket/3073/2013 (B/linhagem Yamagata).

A Anvisa ressaltou a importância da vacinação contra a influenza como forma de prevenir a doença e suas complicações, especialmente nos grupos considerados mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas. A agência recomenda que a vacinação seja realizada anualmente, preferencialmente no outono, antes do período de maior circulação do vírus influenza.

A influenza, conhecida popularmente como gripe, é uma doença respiratória aguda causada por um vírus que afeta o sistema respiratório. A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a doença, reduzindo os casos graves e as hospitalizações. Por isso, é fundamental que a população busque se imunizar de acordo com as recomendações das autoridades de saúde.

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