Além das ofensivas aéreas, as forças russas também realizaram ataques direcionados a empresas do complexo militar-industrial da Ucrânia, além de várias instalações de energia que fornecem suporte logístico para as tropas adversárias. Durante as operações, foram atingidos locais de armazenamento e lançamento de drones de longo alcance, depósitos de combustível e áreas temporariamente ocupadas por unidades ucranianas e mercenários estrangeiros, totalizando 144 locais atacados.
As consequências das operações russas foram evidentes nas perdas significativas entre as tropas ucranianas. Relatos indicam que cerca de 1.220 soldados ucranianos foram registrados como mortos em um único dia, destacando a dificuldade da Ucrânia em sustentar suas fileiras diante do avanço das forças russas. Em uma ação que ilustra a intensidade do combate, as unidades do agrupamento russo Sever, atuando na região de Carcóvia, conseguiram estabelecer controle sobre Granov, uma movimentação estratégica que poderia expandir a zona de segurança da Rússia.
Além disso, as tropas do agrupamento Zapad reportaram a destruição de diversos veículos blindados, enquanto as forças do agrupamento Yug eliminaram um tanque Leopard e outros veículos militares, incluindo uma viatura de transporte Stryker, também de fabricação norte-americana. Este conjunto de operações revela uma dinâmica de combate intensificada, marcada por vitórias territoriais e destruição de equipamentos inimigos.
Desde o início da operação militar, o Exército russo contabiliza a destruição de um número considerável de armamentos ucranianos, incluindo mais de 152 mil drones, quase 30 mil tanques e ferramentas de artilharia, sinalizando um período prolongado de hostilidades que continuam a afetar negativamente a situação de segurança na região. A perspectiva de resolução do conflito permanece incerta, à medida que ambos os lados se preparam para futuras escaladas e intensificações na luta pelo controle territorial.





