Caiado destacou que a escolha por Mandetta se fundamenta na sua competência técnica e na defesa da ciência que ele sempre promoveu. O candidato ressaltou que o ex-ministro “realmente fez um trabalho voltado para o lado da ciência”, especialmente em tempos difíceis, como durante a pandemia de Covid-19, quando as decisões na área de saúde se mostraram cruciais.
Além de discorrer sobre a sua escolha para a saúde, Caiado fez críticas à atual polarização política que permeia o cenário eleitoral brasileiro. Ele argumentou que tanto os candidatos tradicionais da polarização enfrentarão dificuldades em conseguir apoio no Congresso Nacional. “Somente uma candidatura que não esteja imersa nessa polarização poderá efetivamente construir um novo Brasil, com foco em políticas de saúde, segurança e educação de qualidade”, afirmou.
O candidato também compartilhou algumas das iniciativas que foram introduzidas em Goiás, especificamente no setor de saúde, como políticas que visam atender às necessidades das mulheres. Uma dessas iniciativas é a distribuição de absorventes em escolas públicas, uma estratégia desenvolvida para combater a evasão escolar que pode ser exacerbada durante o período menstrual.
Em uma coletiva de imprensa, Caiado respondeu a especulações sobre as articulações políticas e qualquer suposto alinhamento de Gilberto Kassab, seu candidato a vice, com a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. Ao relembrar sua trajetória de oposição ao Partido dos Trabalhadores, Caiado enfatizou que não exista, em hipótese alguma, qualquer tipo de acordo com a candidatura de Lula. Ele classificou essas afirmações como “mentirosas” e insistiu que a realidade das pesquisas é apenas uma reflexão do cenário atual, sem intenções de combinação política.
Assim, Caiado avançou em sua campanha, destacando não apenas suas propostas, mas também sua visão sobre a política brasileira e a importância de um novo direcionamento para o país.




