Recentemente, Pacheco se mostrou otimista em relação ao apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de seu nome não ter conquistado a total unanimidade dentro do PT. De acordo com fontes próximas ao senador, ele está esperando uma clara indicação do Planalto para oficializar sua candidatura. A relação entre Pacheco e o governo federal, no entanto, é complexa. Uma ala do PT manifestou descontentamento pela posição que ele adotou em relação à indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), acusando Pacheco de ter atuado contra essa indicação. Apesar disso, seus aliados negam qualquer movimentação negativa em seu favor junto ao governo.
Além disso, a dinâmica política em Minas Gerais tem revelado um cenário competitivo. Pesquisas de intenção de voto apontam Pacheco em uma terceira colocação, com apenas 8% das preferências, atrás de Cleitinho Azevedo, do Republicanos, que lidera a corrida com 30%, e Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, que possui 14%. Esses números refletem o desafio que Pacheco enfrentará para garantir apoio popular e consolidar sua candidatura.
Um elemento que pode ser crucial para Pacheco neste momento é a reaproximação com Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que poderia trazer uma nova dinâmica à sua campanha, especialmente após a rejeição de Messias. As próximas semanas, portanto, serão decisivas para moldar o futuro político do senador e influenciar a corrida pelo governo mineiro.





