O evento contou com a presença de robôs interativos que chamaram a atenção dos visitantes, bem como uma impressionante exposição de NFTs a bordo do NAM Atlântico, o maior navio de guerra da América Latina. Os convidados puderam explorar as dimensões da tecnologia, desde a IA até a blockchain, com mostras imersivas e projetos inovadores. A ativação “Simbiose”, patrocinada pela Claro, trouxe música e arte visual para a entrada do evento, criando uma atmosfera vibrante.
Entre os destaques, um robô humanoide interagia de forma amigável com os participantes, chamando a atenção por seu visual, que incluía um par de tênis Adidas. Ao lado do robô, as discussões sobre NFTs apresentaram um novo horizonte para artistas locais. O artista e desenvolvedor Maikão ressaltou que os NFTs oferecem uma forma de assegurar a propriedade digital, comparando-os à numeração de edições limitadas de veículos.
Além das inovações criativas, os debates sobre desinformação abordaram questões alarmantes sobre a credibilidade das instituições. Patricia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta, destacou que a normalização da desinformação poderia levar à desconfiança generalizada nas políticas públicas e instituições. O comunicador Matheus Sodré também alertou sobre o colapso da imagem como evidência confiável no cotidiano.
Outro ponto crítico discutido foi o papel da infraestrutura no futuro tecnológico do Brasil. Lucas Cardoso, gerente de marketing da CEDAE, enfatizou a importância de projetar um sistema de abastecimento hídrico que atenda não apenas às necessidades atuais, mas também às demandas futuras resultantes do crescimento populacional e da expansão de data centers, que consomem consideráveis volumes de água para refrigeração.
Assim, o Rio Innovation Week se consolidou como um espaço vital para discutir e explorar os desafios e oportunidades que emergem com o avanço tecnológico, destacando a interconexão entre inovação, informação e infraestrutura.




