Os ingleses abriram a contagem cedo, com um belíssimo gol de Kai Havertz, que, aproveitando um passe preciso de Trossard, desferiu um chute forte que deixou o goleiro Safonov sem reação. A partir desse momento, o Arsenal se concentrou em manter a vantagem, utilizando a mesma estratégia que os levou ao título da Premier League: uma defesa sólida e o fechamento das linhas de passes do adversário. O PSG, mesmo tendo a posse da bola, encontrou dificuldades para se infiltrar na defesa inglesa, com Fabián Ruiz falhando em uma das oportunidades mais claras ao chutar para fora.
A virada no jogo aconteceu no segundo tempo, quando os franceses, em um avanço promissor, conquistaram um pênalti após a falta sofrida por Kvaratskhelia. Dembelé não hesitou e igualou o marcador, reascendendo as esperanças da equipe. Com o placar empatado, o Arsenal tentou um novo impulso, substituindo jogadores para fortalecer o ataque. Contudo, o PSG teve as melhores chances e quase definiu o título, com uma bola na trave e um chute de Vitinha que passou perto.
A prorrogação, no entanto, se revelou um teste de resistência física e emocional. Ambas as equipes, visivelmente fatigadas, não conseguiram criar muitas oportunidades, mas um momento polêmico surgiu quando o Arsenal pediu um pênalti após um choque dentro da área. O juiz, porém, optou por não marcar a infração. Ao final, o PSG, mais centrado nas cobranças de pênaltis, garantiu a vitória e consolidou sua posição como uma das potências do futebol europeu, enquanto o Arsenal viu suas esperanças se dissiparem mais uma vez em uma final sem conquistas.





