Segundo o deputado, a formação de um atleta profissional muitas vezes começa desde a infância, e há um alto investimento por parte das organizações formadoras. Por volta dos 16 anos, o atleta tem a oportunidade de celebrar um contrato profissional com a entidade formadora, e caso opte por se vincular a uma organização esportiva de outra modalidade, as habilidades e competências desenvolvidas até então poderão ser aproveitadas.
Para Paulo Litro, é essencial reconhecer o trabalho realizado pelas organizações formadoras e garantir que sejam compensadas adequadamente pelos investimentos feitos nos atletas de base. O projeto de lei passará por análise nas comissões de Esporte e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, em caráter conclusivo. Caso seja aprovado, seguirá para análise no Senado antes de se tornar lei.
A tramitação do projeto tem despertado o interesse da comunidade esportiva, pois envolve questões de formação de atletas e direitos das organizações esportivas. O debate deve seguir intenso nas próximas semanas, com diferentes posicionamentos sobre a proposta. Para mais informações sobre a tramitação de projetos de lei, é possível acessar o link disponibilizado pela Câmara dos Deputados.