Profissionais da saúde se reúnem em Fórum para traçar estratégias de combate à Sífilis Congênita e aprimorar assistência pré-natal.


Na última quarta-feira, dia 12, profissionais da área da saúde se reuniram no auditório da Diretoria de Vigilância em Saúde, em Jaraguá, para participar do Fórum Intersetorial de Enfrentamento da Sífilis Congênita. O objetivo do encontro foi discutir estratégias de combate à doença e melhorar a assistência no pré-natal às gestantes com sífilis, garantindo um tratamento adequado e evitando mortes causadas pela doença.

Durante o evento, a enfermeira Dayana Tenório, da Coordenação Técnica de Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis de Maceió, destacou os principais desafios enfrentados. Um desses desafios é descentralizar o acompanhamento de crianças expostas e com sífilis congênita para a Atenção Básica. Nos últimos anos, o seguimento tem sido centralizado no Bloco I do PAM Salgadinho, o que dificulta o acesso e a continuidade do tratamento. Para avançar nesse aspecto, é necessário atualizar a linha de cuidado da sífilis congênita e garantir o acompanhamento e exames necessários para as crianças.

Durante o Fórum, as áreas estratégicas compartilharam suas ações gerenciais para garantir a efetividade da linha de cuidado para as crianças com sífilis congênita. A Coordenação de Vigilância Epidemiológica também apresentou o Cenário Epidemiológico de Maceió.

Entre os encaminhamentos discutidos no encontro, destacam-se o reforço dos registros no e-SUS pelos profissionais, a importância das notificações e a listagem dos exames necessários para o acompanhamento das crianças com sífilis congênita na rede de saúde.

O evento contou com a presença de profissionais de diversas áreas, como o Programa Municipal de IST/HIV/Aids e Hepatites Virais, a Coordenação de Vigilância Epidemiológica e representantes da Coordenação de Saúde da Criança, Saúde Bucal e do Sistema de Regulação de Maceió. Essa união de esforços e conhecimentos é fundamental para enfrentar o desafio da sífilis congênita e garantir um tratamento adequado para as crianças afetadas pela doença.

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