“Estamos atacando estruturas criminosas que vão além do sicário ou do autor do homicídio. Nossa atuação incorpora também empresas que atuam na lavagem de dinheiro, políticos que colaboram com esses grupos, e magistrados que frequentemente liberam esses criminosos após cometimento de delitos”, afirmou o presidente. Segundo Noboa, a abordagem do governo é ampla e busca enfrentar todos os aspectos que sustentam o crime organizado no Equador.
Além disso, o presidente enfatizou o compromisso de seu governo em demonstrar a capacidade do Estado em restabelecer a ordem e garantir a paz em um país que tem enfrentado graves problemas de violência. Noboa também comentou sobre a situação na fronteira entre Equador e Colômbia, onde a presença de grupos criminosos é uma preocupação constante. Ele mencionou que as novas autoridades da Colômbia estão intensificando a pressão contra essas organizações, o que, segundo ele, pode resultar em um impacto positivo para a segurança na região.
O governo equatoriano, sob a liderança de Noboa, tem como prioridade a luta contra o crime e a corrupção, buscando um ambiente mais seguro para a população. À medida que as operações prosseguem, a expectativa é que cada vez mais líderes e estruturas criminosas sejam desmantelados, contribuindo para a recuperação da ordem pública e a confiança dos cidadãos nas instituições estatais. A trajetória do presidente nesse combate ao crime organizado reflete a urgência com que a segurança pública é tratada em sua administração.




