Durante o evento, Galípolo também abordou o cenário econômico do país, destacando que, apesar dos altos índices de juros, a atividade econômica continua dinâmica. Ele ressaltou que a mudança desse quadro é um desafio geracional que requer reformas estruturais. O presidente do BC explicou que a taxa de desemprego atingiu seu menor patamar histórico e a renda alcançou o valor máximo das medições oficiais, mesmo com as taxas de juros consideradas restritivas.
Além disso, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simonet Tebet, também participou do evento e elogiou os avanços na empregabilidade e na renda no Brasil. Ela destacou a necessidade de combater a inflação, principalmente nos alimentos, e mencionou a possibilidade de uma redução da taxa de juros no segundo semestre, dependendo da evolução do cenário econômico.
É importante ressaltar que, recentemente, o Copom elevou a taxa básica de juros, a Selic, de 13,25% para 14,25% ao ano devido à pressão dos preços dos alimentos, da energia e às incertezas na economia global. Portanto, o Banco Central segue atento às oscilações do mercado e busca manter a estabilidade financeira, mesmo diante dos desafios econômicos enfrentados pelo país.





