Segundo as diretrizes estabelecidas pela Portaria Normativa CGU 262, a rede abrirá suas portas a uma variedade de membros associados, incluindo autarquias, fundações federais e unidades responsáveis pela integridade em níveis municipais, permitindo uma formação robusta de um coletivo dedicado à promoção da transparência no serviço público. Um dos focos centrais da proposta é a prevenção de irregularidades e a construção de soluções conjuntas que possam transformar a administração pública.
A operação da Rede se concentrará em diversas atividades, incluindo a produção e disseminação de conhecimento, troca de experiências, capacitação e desenvolvimento de estratégias integradas. A expectativa é que esse intercâmbio contínuo de experiências não só amplifique a efetividade das políticas de integridade, mas também reforce a confiança da sociedade nas instituições públicas.
Simone Gama de Andrade, diretora de Integridade Pública da SIP, expressou otimismo em relação ao futuro da iniciativa, destacando que o fortalecimento das práticas de integridade é essencial para o fortalecimento da democracia no Brasil. A fase inicial de implementação da Rede iniciará com a formação de uma comissão encarregada de elaborar o regimento interno e convocar a Assembleia Geral. As instituições interessadas em participar dessa comissão podem se manifestar até o dia 30 de junho.
Para integrar a Rede, os órgãos deverão preencher um formulário eletrônico disponível no sistema e-CGU, além de apresentar a documentação que comprove suas atribuições relacionadas à gestão da integridade. Essa ação está alinhada ao Plano de Integridade e Combate à Corrupção do governo federal, que implementa medidas para promover uma administração pública mais íntegra e combater a corrupção.
A criação dessa rede é um marco importante para o Brasil e reflete um compromisso em aprimorar os mecanismos de integridade e transparência no setor público, contribuindo para um ambiente de confiança e responsabilidade nas relações entre instituições e cidadãos.





