A votação ocorreu em um clima favorável à nova proposta, com uma ampla maioria se manifestando a favor. Na primeira rodada de votação, 472 deputados apoiaram o projeto, enquanto apenas 22 se opuseram. No segundo turno, o apoio continuou robusto, com 461 votos a favor e apenas 19 contra. Esse resultado reflete uma tendência crescente entre os parlamentares na busca por melhores condições de trabalho, reconhecendo a importância do equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
É importante destacar que, entre as 27 bancadas estaduais, apenas cinco estados se opuseram ao fim da escala 6×1. Os estados que apresentaram resistência foram Roraima, Maranhão, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que geraram discussões acaloradas sobre os impactos da mudança.
Os deputados que votaram contra a proposta são representados principalmente por partidos como PL, Novo e MDB. A lista inclui figuras como Adriana Ventura, do Novo, e Bibo Nunes, do PL, que manifestaram suas preocupações quanto às mudanças trazidas pela PEC. Essa votação evidencia a divisão dentro do Congresso sobre como conciliar as necessidades dos trabalhadores e as demandas do mercado.
Com a aprovação da PEC, espera-se que trabalhadores em diversas áreas tenham um respiro em suas rotinas, permitindo um tempo maior para descanso e lazer, o que, segundo estudos, pode levar a um aumento da produtividade e melhora na saúde mental dos colaboradores. A mudança representa um passo importante na modernização das relações de trabalho no Brasil, promovendo uma abordagem mais humanizada e equilibrada em relação à jornada laboral. O debate continua, mas, por ora, a vitória da PEC marca uma nova era para os trabalhadores brasileiros.





