De acordo com relatos de testemunhas, quatro homens encapuzados desceram de um carro branco e entraram na escola pelo portão de trás, onde executaram a vítima. A ação dos criminosos ocorreu de forma rápida e violenta, comprometendo a identificação dos suspeitos. Além de José Ferreira, o porteiro da instituição de ensino também foi alvejado na perna, mas conseguiu sobreviver. Ele foi prontamente socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE).
A vítima, José Ferreira, prestava serviço por meio de um convênio entre a Secretaria de Educação (SEE) e a Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris). Através dessa parceria, ele foi contratado para trabalhar na escola, apesar de ter cumprido pena no sistema prisional no passado. Surpreendentemente, o crime ocorreu apenas uma semana após o início de sua atuação na instituição de ensino.
Após o ocorrido, uma equipe da Delegacia de Homicídios se deslocou até o local do crime para investigar o assassinato de José Ferreira. A comunidade escolar e os familiares da vítima aguardam por respostas e esperam que a justiça seja feita. As autoridades competentes estão empenhadas em solucionar o caso e trazer os responsáveis à justiça.
O episódio trouxe à tona a crescente preocupação com a segurança nas escolas, bem como a vulnerabilidade de prestadores de serviços que atuam nesses ambientes. O ataque brutal a José Ferreira reforça a necessidade de medidas efetivas para garantir a integridade e a proteção de todos que frequentam e trabalham em instituições de ensino. A comunidade exige respostas e medidas para evitar que tragédias como essa se repitam no futuro.