A investigação da PF revelou que a quadrilha estava envolvida em 27 benefícios fraudulentos, obtidos principalmente em 2010 e que vinham sendo recebidos ilegalmente desde então, totalizando um prejuízo de R$ 8.710.000,00 aos cofres públicos. Além das prisões e buscas, a justiça determinou o bloqueio de bens dos investigados e o sequestro de 11 imóveis para ressarcir os danos causados.
Os suspeitos enfrentarão acusações de associação criminosa, estelionato previdenciário, falsificação de documentos públicos e lavagem de dinheiro. As penas para esses crimes podem chegar a mais de 26 anos de prisão, sem prejuízo de novas acusações que possam surgir durante as investigações.
Esta ação é a segunda etapa da operação iniciada em 19 de dezembro de 2023, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão, e prisão preventiva. Na ocasião, foram apreendidos 27 cartões bancários em nome de terceiros, 70 documentos de identificação falsos e uma carteira da OAB/RJ obtida ilegalmente. A investigação também revelou o envolvimento de gerentes bancários, servidores do INSS, despachantes e outros fraudadores que auxiliavam nas práticas ilícitas.
A PF continua trabalhando para desmantelar mais quadrilhas que atuam de forma fraudulenta, visando proteger os recursos públicos e garantir a segurança da previdência social. A população pode colaborar denunciando atividades suspeitas às autoridades competentes.





