Os mandados foram emitidos pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa, e a operação almeja a coleta de provas relacionadas a uma série de delitos graves, como a exploração de jogos de azar, organização criminosa, lavagem de dinheiro e homicídios. O principal suspeito do esquema é Marcos Paulo Moreira da Silva, conhecido pelos apelidos de Marquinho Sem Cérebro. Ele, que atualmente se encontra sob custódia, é apontado pelas autoridades como um dos principais líderes desse grupo criminoso. A operação conta com o suporte do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE) da Polícia Civil e do 14º Batalhão de Polícia Militar (Bangu), que atuam em conjunto para garantir a segurança e a efetividade da ação.
As investigações apontam que Marquinho Sem Cérebro ascendeu na hierarquia da contravenção após a morte de Fernando Iggnacio, seu antecessor. Desde então, o Gaeco tem prorrogado o Procedimento Investigatório Criminal (PIC), que visa aprofundar a apuração sobre as atividades ilegais do grupo, incluindo homicídios que ocorreram em Bangu desde 2021.
Os locais alvo das buscas abrangem diversos pontos estratégicos, incluindo os bairros de Bangu, Senador Camará e Realengo, na Zona Oeste; Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste; além de Marechal Hermes, que pertence à Zona Norte do Rio. A operação reflete o compromisso das autoridades estaduais em desmantelar organizações criminosas e restaurar a ordem nas comunidades afetadas pela violência e pela ilegalidade. Com esse tipo de ação, espera-se não apenas apreender material ilícito, como também desmantelar a estrutura que sustenta crime organizado na região.







