A Organização das Nações Unidas (ONU), através de seu secretário-geral António Guterres, prontamente condenou o ataque. O porta-voz da ONU, Farhan Haq, destacou a necessidade de proteger as instalações diplomáticas, que são consideradas invioláveis conforme as diretrizes internacionais. A condenação da ONU se alinha com um crescimento de preocupações globais sobre a segurança e o respeito às normas internacionais, especialmente em um contexto geopoliticamente volátil.
O ataque foi igualmente repudiado pelo Ministério das Relações Exteriores da França, que se comprometeu a investigar a ocorrência. A reação do governo francês sublinha a importância da proteção das relações entre nações, mesmo diante de movimentos hostis. Em resposta ao acontecimento, o presidente do Comitê Investigativo Russo, Aleksandr Bastrykin, anunciou a abertura de um processo criminal para investigar o ataque, enfatizando a seriedade com que as autoridades russas tratam a segurança de seus funcionários e instalações em países estrangeiros.
Entretanto, a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou que o ataque é uma manifestação da crescente histeria anti-Rússia e de um clima de ódio que se instalou em diversas partes do mundo. Essa afirmação reflete uma percepção russa de que o ataque não é um ato isolado, mas parte de um padrão mais amplo de hostilidade.
Essa situação destaca não apenas os riscos que as missões diplomáticas enfrentam, mas também o impacto que tensões internacionais podem ter sobre a segurança local e a paz. À medida que o cenário global se torna cada vez mais instável, o papel das nações em proteger sua diplomacia e garantir a segurança de seus embaixadores e consulados se torna de suma importância.