Uma matéria publicada na Folha de S. Paulo na última semana, coloca o estado de Alagoas como o “campeão” em repasses junto ao Ministério do Turismo. É óbvio que os titulares da pasta anterior ao Ministro Marx Beltrão tentou relacionar liberações para as suas bases política eleitoral, consolidando números como se fossem as únicas ações do Ministério. Fez isso Henrique Alves junto ao estado de Natal, como também o ex Ministro e hoje Diretor Nacional do Sebrae, Vinícius Lages, este foi e continua sendo fantoche do senador Renan Calheiros que responde a uma dezena de inquéritos no STF.
A exemplo do caso em tela, as liberações de Beltrão ao estado de Alagoas eram, na maior parte, repasses de obras anteriormente contratadas e executadas com a fiscalização severa da Caixa Econômica Federal, que autoriza o pagamento por etapas após medições das obras. Pagamentos que seriam feitos mesmo se o ministro fosse paulista ou gaúcho.
Cito abaixo algumas obras importantes onde os gestores precisam ter mais agilidade na execução :
- ECOVIA NORTE, VIADUTO DO BOM PARTO, ambos de responsabilidade da prefeitura de Maceió ;
- AMPLIAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DO CENTRO DE CONVENÇÕES, DUPLICAÇÃO DA AL 101 NORTE, esta última parada com a desculpas que a chuva vem atrapalhando. Será? Ambas as obras do governo do estado.
- Sistema Catolé/Cardoso e Construção do Centro de Convenções de Arapiraca também o governo de Alagoas fazendo vista grossa ;
O mais nefasto desta matéria publicada na Folha de São Paulo,é a desinformação que se propaga de forma injusta e avassaladora. Uma matéria política e direcionada para querer atingir o atual Ministro do Turismo, Marx Beltrão.
Marx Beltrão tem sido uma surpresa agradável. Demonstra ser um político de uma nova geração da política brasileira com coragem para promover mudanças. Na sua gestão listou os principais entraves do setor e está pegando o touro com as mãos. Lançou o programa +Turismo, com medidas que há anos eram reivindicadas pela cadeia produtiva. Enfrentou o Itamaraty e vem aí o visto eletrônico para os americanos, utilização dos parques, gestão das áreas da União de interesse turístico, mão de obra em regime descontinuado e a transformação da Embratur em agência.
Reduzir a atuação do ministro Marx Beltrão ao foco dessa matéria é faltar com a verdade. Cabe a turismo e a mídia especializada reagir e fazer o contraponto. Não para ajudar a imagem do atual ocupante da pasta, mas para não ofuscar a agenda de transformações que estão ocorrendo e não pode ser eclipsada com dados pinçados de forma cirúrgica e preconceituosa.
Finalizo essa postagem afirmando que existem os alagoanos de bem que se preocupam com o estado e trabalham sem descanso e os maus alagoanos aliados a desespero político para que diz que trabalha mas estão preocupados em si próprio.
Redação
