A chamada “maldição” que acompanha o jogador, segundo o artigo, é notável em sua carreira, uma vez que ele nunca venceu como visitante em partidas contra clubes argentinos, nem mesmo contra a seleção da Argentina. Antes do duelo da Libertadores, Neymar havia apenas jogado uma vez na Argentina, no ano de 2012, contra o Vélez, e saiu derrotado. O título de destaque da matéria refletiu essa estatística negativa: “Neymar não quebra a maldição”.
Entretanto, na memória coletiva dos torcedores, Neymar possui um momento de glória na Argentina, que ocorreu na Copa América de 2011, quando ele atuou com maestria e marcou dois gols na vitória do Brasil sobre o Equador em Córdoba. Essa informação, embora positiva, é ofuscada pela atual sequência de resultados desfavoráveis em solo argentino.
Durante a análise da partida, ficou evidente que, apesar de mostrar lampejos de habilidade e a criação do gol de empate, o desempenho de Neymar foi gradativamente diminuindo. O jornal observou que o craque parecia sentir o desgaste do jogo, o que se traduziu em uma redução no número de jogadas criativas e na intensidade de sua movimentação. No segundo tempo, suas arrancadas e tentativas de finalização foram menos efetivas.
A partida começou com um panorama equilibrado, com o goleiro Gabriel Brazão realizando defesas cruciais no início do jogo. No entanto, um erro no meio-campo resultou no primeiro gol do San Lorenzo, criando um desafio para o Santos. A reação veio rapidamente, com uma jogada bem organizada que culminou no empate, mas, apesar do controle que o Santos parecia ter na segunda etapa, o time não conseguiu converter essa vantagem em uma vitória, e assim, permanece na última posição de seu grupo na Libertadores, em busca de reabilitação nas rodadas seguintes.
