A Confederação Nacional de Municípios (CNM) ressalta a importância de que as administrações locais estejam atentas às evoluções das obrigações acessórias resultantes da Reforma, especialmente aquelas que afetam os sistemas de emissão de documentos fiscais e os cadastros tributários regionais. Originalmente, essa medida tinha como prazo de início julho de 2026, e se aplica apenas às pessoas físicas que atuam como contribuintes do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) devido ao seu envolvimento habitual em atividades econômicas que são tributadas.
A inscrição no CNPJ, vale ressaltar, tem caráter puramente cadastral e operacional, não alterando a condição jurídica da pessoa física. A extensão do prazo permitirá que os atuais mecanismos de identificação fiscal permaneçam válidos até o final de 2026, assegurando uma transição mais tranquila. Com isso, haverá um período adicional para que sejam disponibilizados gradativamente os sistemas, leiautes e diretrizes operacionais necessárias para que tanto os contribuintes quanto as administrações tributárias possam se adaptar ao novo modelo proposto. A CNM continuará ativa no monitoramento das regulamentações e na orientação aos municípios sobre as mudanças operacionais e cadastrais demandadas pela nova estrutura tributária.
