A vacinação é a principal estratégia de prevenção contra doenças imunopreveníveis. Manter as taxas de cobertura vacinal elevadas é imprescindível para proteger a saúde das crianças e adolescentes, além de contribuir para a redução da circulação de vírus e bactérias, evitando o ressurgimento de doenças que podem ter consequências severas, como complicações graves e até óbitos. O calendário inclui vacinas para doenças como tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, poliomielite, entre outras.
Um destaque da campanha é a inclusão da vacina pneumocócica 20-valente, que amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo e é recomendada para crianças menores de 5 anos. Durante a campanha, os profissionais de saúde farão uma verificação seletiva das cadernetas de vacinação, aplicando apenas as doses necessárias para completar o esquema vacinal.
Além disso, o governo intensificará a vacinação contra o sarampo, especialmente em municípios como São Paulo e Guarulhos, adotando abordagens que incluem a imunização de todas as pessoas entre 6 meses e 59 anos. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está sendo amplamente distribuída, com mais de 7,2 milhões de doses já disponibilizadas. A continuidade dos esforços de vacinação é vital para manter altas taxas de imunização e prevenir o surgimento de surtos de doenças.
O esquema de vacinação contra a poliomielite também foi atualizado, incluindo um segundo reforço aos 4 anos de idade, reforçando a defesa contra uma doença que, apesar de erradicada no país, ainda representa uma preocupação global. Assim, é essencial que pais e responsáveis levem suas crianças para a vacinação, garantindo que elas recebam todas as doses necessárias conforme o calendário estabelecido.
