A detenção foi realizada por uma operação coordenada entre as secretarias do Estado de Polícia Penal (Seppen) e de Polícia Civil (Sepol). A ação surgiu a partir de um trabalho de inteligência, onde informações foram trocadas entre a Subsecretaria de Inteligência da Seppen e a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Baixada Fluminense. A colaboração entre estas agências é um exemplo do esforço em conjunto para combater o tráfico de drogas e suas diversas ramificações, que muitas vezes se infiltram até mesmo nas visitas às unidades prisionais.
Após ser detida, Paula Santanna foi levada à 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), onde o mandado de prisão preventiva em seu nome foi efetivamente cumprido. Com isso, ela será entregues ao sistema prisional e sujeita à tomada de decisões judiciais pertinentes ao seu caso. A prisão de Paula ressalta a eficiência das operações de fiscalização e controle nas áreas de segurança pública, principalmente em um contexto em que o tráfico de drogas continua sendo um dos principais problemas sociais e de segurança na região.
As autoridades continuam atentas para evitar que ocorrências similares se repitam, destacando a importância de integrar esforços entre diferentes organismos de segurança. Esse episódio evidenciou não apenas a vigilância constante, mas também a necessidade de uma abordagem colaborativa para combater o crime organizado que afeta a vida de tantas pessoas no estado. Com a prisão de Paula, espera-se que novas investigações sejam iniciadas para desvendar as redes de tráfico de drogas que operam na grande metrópole carioca.





