O protesto causou congestionamento no tráfego, especialmente para os veículos que saem dos bairros Feitoza e Barro Duro em direção a Cruz das Almas. A situação se agravou, com motoristas enfrentando filas e longas esperas. Os manifestantes afirmaram que a alteração nos itinerários gerou não apenas transtornos, mas também insegurança, já que o novo trajeto não prevê pontos ou abrigos adequados para a população.
Conforme relatos de moradores, uma reunião anterior entre representantes da DMTT (Departamento Municipal de Trânsito e Transporte) e os cidadãos havia estabelecido um entendimento sobre a manutenção do trajeto de retorno, que, segundo eles, não foi cumprido. Essa quebra de acordo motivou uma mobilização maior entre os moradores, que buscam chamar a atenção das autoridades para que suas reivindicações sejam devidamente atendidas.
Os moradores também expressam preocupação com a falta de pontos de parada e a ausência de abrigos, o que, além de desaconchegar o transporte, representa um risco à segurança de quem depende do ônibus. A insatisfação é palpável, uma vez que a comunidade depende desse serviço não apenas para a locomoção diária, mas também para garantir o acesso a serviços essenciais.
Até o momento, não há previsão para o término do protesto, e os moradores asseguram que permanecerão mobilizados até que soluções efetivas sejam apresentadas pelas autoridades. A situação é um reflexo de um problema maior que afeta muitas comunidades que enfrentam alterações nos serviços de transporte, levantando questões acerca da necessidade de um diálogo mais efetivo entre a população e os órgãos responsáveis.