De acordo com relatos dos moradores, a residência, que se encontra vazia e sem manutenção, está em condições alarmantes. Alexandre Rocha, um dos vizinhos mais preocupados, descreve que “o risco está muito grande”. Ele destaca que as paredes da casa já estão cedendo e que infiltrações têm sido um problema constante. “A água da chuva passa por baixo da casa. Se ela cair, pode atingir a minha residência e as outras ao lado”, alerta Rocha, demonstrando o impacto direto que essa estrutura abandonada pode ter sobre a segurança dos imóveis circundantes.
Históricas de deslizamentos na área não são novas. Vizinhos relatam que a encosta ao redor da casa já havia cedido em anos anteriores, resultando na destruição de alguns imóveis nas proximidades. Após obras de pavimentação no entorno, o escoamento da água da chuva mudou, intensificando a erosão do terreno e gerando mais riscos à segurança local.
A falta de ação por parte das autoridades competentes para resolver a situação tem gerado frustração. Moradores afirmam que já fizeram diversos apelos, mas sem resposta satisfatória. O clamor por uma demolição se intensifica, com a comunidade exigindo que as autoridades reconheçam o potencial perigo que a residência desocupada representa. A inércia diante de uma situação claramente arriscada levanta questões sobre a responsabilidade das instâncias públicas e a necessidade de mecanismos mais eficazes para abordar a segurança habitacional e o urbanismo na região.





