Entre as propostas apresentadas, destacou-se a criação de um aplicativo colaborativo. Este aplicativo seria uma ferramenta que centralizaria informações sobre os serviços oferecidos pelas instituições, facilitando o acesso da população a esses recursos. Além disso, Araújo sugeriu que o MPAL atue como interlocutor junto à Assembleia Legislativa de Alagoas, buscando garantir a alocação de recursos orçamentários que sustentem e impulsionem as atividades desses centros.
Acompanhado pelo desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque, e pelo secretário de Estado de Direitos Humanos, Marcelo Nascimento, o procurador conheceu melhor a estrutura e o funcionamento desses centros, que estão localizados em Maceió e são vinculados à Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDH). As instituições oferecem um atendimento multidisciplinar, acolhendo vítimas de violação de direitos e proporcionando assistência psicossocial, orientação jurídica e encaminhamento à rede de proteção.
Em sua fala, Lean Araújo ressaltou a importância da proximidade do Ministério Público com as práticas que defendem os direitos humanos. “Nosso papel é garantir uma relação estreita com a população, especialmente com aqueles grupos que enfrentam maior vulnerabilidade. Viemos entender a realidade desses centros, ouvir os profissionais que atuam na proteção e identificar como podemos potencializar esse trabalho”, afirmou.
Com o aplicativo, a intenção é que a população tenha um acesso facilitado às informações sobre os serviços que podem ajudá-los em momentos de necessidade. A proposta de atuação junto à Assembleia Legislativa visa assegurar que haja uma destinação orçamentária específica para o fortalecimento das iniciativas nos centros, essencial para consolidar as políticas públicas efetivas.
Araújo finalizou destacando a importância da colaboração entre as instituições. “Quando trabalhamos em conjunto, conseguimos proporcionar um atendimento mais eficaz à sociedade, especialmente àqueles que mais necessitam do amparo do Estado.” O foco é criar soluções que realmente impactem a vida das pessoas, garantindo a defesa dos direitos de todos.
