O médico legista Joelson Rodrigues relatou que durante o exame foram encontradas lesões perfuro-cortantes nas regiões cervical, torácica e da cabeça da vítima, além de equimoses provocadas por lesões contusas na face, cabeça, pescoço e flanco esquerdo do corpo da criança. O perito afirmou que não foram encontrados sinais evidentes de violência sexual no corpo de Laura.
Os vizinhos e familiares da vítima foram os primeiros a ouvir os pedidos de socorro da menina e entraram na residência, onde a encontraram ferida e ensanguentada. Apesar dos esforços, Laura não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital para onde foi levada por uma tia.
Os peritos criminais Yuri Atayde e Marina Lacerda Mazanek, responsáveis pela perícia do local do crime, explicaram que encontraram vestígios de sangue em todos os cômodos da casa, com maior concentração no banheiro e na cama da vítima. A dinâmica do crime foi alterada devido à tentativa de socorro, mas a faca utilizada no crime foi apreendida pela Delegacia de Homicídios e deverá passar por perícia.
O corpo de Laura Maria foi liberado pelo IML Estácio de Lima na noite do mesmo dia. A investigação sobre o caso segue em andamento para determinar as circunstâncias e o responsável por essa tragédia que abalou a comunidade de Rio Largo. A população espera por justiça e por respostas que possam trazer um mínimo de conforto diante dessa terrível perda.







