Reunindo um grupo diversificado, composto por membros do poder público, representantes da sociedade civil, acadêmicos e outras entidades, o objetivo da visita foi realizar uma análise detalhada do território. A intenção era acompanhar de perto a execução do PGI, bem como observar as dinâmicas locais que afetam o uso da área costeira e sua ocupação. Segundo Maya Neves, Diretora Técnica de Planejamento Territorial, essas análises são fundamentais devido à natureza dinâmica e em constante transformação da cidade. “Estar presente no território nos permite manter o planejamento atualizado conforme as mudanças ocorrem”, ressaltou.
A área em questão, denominada Unidade de Planejamento 2 (UP2), é particularmente complexa devido à sua diversidade de usos e circulação, especialmente em relação ao comércio ambulante e à ocupação dos espaços públicos. Essas características exigem um monitoramento contínuo para assegurar que o planejamento se mantenha eficaz.
As informações colhidas durante esta análise serão cruciais para o desenvolvimento do 1º Seminário-Oficina de Uso e Ocupação da Zona Costeira de Maceió. Este evento terá a participação de técnicos municipais, pesquisadores e integrantes do Comitê Gestor, visando ao ordenamento de atividades na orla.
Maya Neves destacou que esta fase também marca o início do Plano de Ordenamento das Atividades da Orla, cuja finalidade é definir o que é permissível, proibido ou preferível nas áreas sob jurisdição municipal, promovendo uma articulação interinstitucional na gestão da orla. A divisão territorial da costa de Maceió em três Unidades de Planejamento (UPs), incluindo a UP1 de Pontal da Barra a Jaraguá, a UP2 de Pajuçara a Jacarecica e a UP3 de Jacarecica a Ipioca, facilita uma análise mais detalhada e apropriada das diversas características da região litorânea.





