Lula ressaltou a importância da modernização da saúde pública, afirmando que esse acelerador é mais avançado do que a tecnologia utilizada em seu próprio tratamento contra o câncer. Durante a cerimônia, ele mencionou o impacto que a nova ferramenta pode ter para pacientes oncológicos, garantindo que eles tenham acesso a um tratamento eficaz e com menos barreiras.
Além de apresentar o novo equipamento, o presidente fez uma retrospectiva das políticas de saúde implementadas por governos anteriores do Partido dos Trabalhadores (PT), como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O discurso enfatizou a necessidade de um sistema de saúde que não deixe ninguém para trás, sublinhando que “todas as pessoas têm direito a um tratamento igual, independentemente de sua condição social, cor ou religião”.
Lula também abordou a questão das filas de espera por consultas especializadas, afirmando que o governo está atuando para acelerar o atendimento dos pacientes, especialmente aqueles que necessitam de cuidados contínuos. Ele anunciou ainda a expansão do programa com a adição de unidades móveis, destinadas a atender caminhoneiros e mulheres que trabalham em regiões mais afastadas.
Com essa inauguração, o Hospital Santa Marcelina, já reconhecido por sua atuação em serviços de alta complexidade, se posiciona como uma referência ainda mais forte no mosaico da saúde pública paulistana, num momento em que o acesso à saúde é um tema central nas discussões políticas e sociais do Brasil. O presidente encerrou sua fala reafirmando o compromisso do governo em garantir que ninguém sofra por falta de medicamentos e tratamentos essenciais.





