Para Lula, as realizações efetivas de sua administração são a melhor arma em uma disputa eleitoral. “Se fizemos as coisas corretas e acreditamos nisso, não perderemos a eleição para ninguém neste país”, afirmou, demonstrando confiança na gestão petista. Essa perspectiva reflete não apenas sua visão acerca do papel da administração pública, mas também uma tentativa de mobilizar e energizar a base de militantes do partido.
O presidente também fez um apelo à militância petista, ressaltando a importância do contato direto com os eleitores. Apesar das ferramentas digitais, como grupos de comunicação via WhatsApp, Lula enfatizou que nada substitui o esforço físico e a coragem de bater às portas das pessoas para dialogar presencialmente. “É assim que se faz política”, reiterou, sugerindo uma política mais próxima da população.
Além de tratar de questões eleitorais, Lula expressou sua intenção de concorrer novamente à presidência. “Eu vou ser presidente outra vez. Não porque eu quero, mas porque o povo brasileiro precisa de alguém democrático, que saiba ouvir e conversar com o coração das pessoas”, declarou, revelando suas ambições políticas futuras.
Em uma vertente mais global, Lula defendeu o papel do Brasil no fortalecimento do multilateralismo, clamando por reformas tanto nas instituições internacionais quanto nas nacionais. Ele destacou que o país tem sido uma voz ativa na defesa da democracia e do multilateralismo ao redor do mundo, mas reconheceu que reformas são necessárias para aprimorar essas instituições.
Lamentando sua ausência física no evento devido a dois procedimentos médicos realizados em São Paulo, incluindo a remoção de uma lesão na cabeça, Lula reafirmou seu compromisso com a política e com o povo brasileiro, esperando uma recuperação plena, que lhe permita continuar a luta por uma democracia mais forte e inclusiva.
