Lula afirma que não decretará GLO no Rio de Janeiro e destaca papel das Forças Armadas e da Polícia Federal no combate ao crime organizado


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira que não irá decretar a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Rio de Janeiro. Segundo ele, o papel das Forças Armadas e da Polícia Federal no combate ao crime organizado é de apoio ao governo local, não de substituir o policiamento estadual.

Durante um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, Lula explicou que essa decisão foi baseada na experiência vivida em 2018, quando houve uma intervenção federal no estado e, segundo ele, não houve avanços significativos no combate à criminalidade.

Além disso, o presidente ressaltou que está se recuperando bem da cirurgia no quadril, realizada no fim de setembro, e já tem planos para o próximo ano. Lula tem uma viagem marcada para o fim de novembro, na qual participará da COP 28, Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, nos Emirados Árabes, e terá encontros com empresários na Alemanha. Também está prevista uma agenda na Arábia Saudita, para discutir o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), antes da Conferência do Clima.

Durante o encontro com os jornalistas, Lula também abordou o conflito entre Israel e o Hamas, destacando que já conversou com diversos líderes mundiais sobre o assunto. Ele ressaltou a importância do diálogo como caminho para a paz no Oriente Médio e afirmou que o Brasil está disposto a ajudar na mediação. O presidente demonstrou preocupação com os brasileiros que vivem nas áreas de conflito.

Outro tema abordado por Lula foi a rejeição à proposta brasileira sobre o conflito no Conselho de Segurança da ONU. O presidente defendeu o fim do direito ao veto no organismo e ressaltou que a diplomacia brasileira está articulando uma nova proposta de resolução, que contemplará as contribuições dos países membros.

Em suma, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou a possibilidade de decretar a GLO no Rio de Janeiro, reafirmando o papel das Forças Armadas e da Polícia Federal como auxiliares do governo estadual no combate ao crime organizado. Além disso, Lula falou sobre sua recuperação após a cirurgia no quadril e seus planos para o próximo ano, que incluem participar de conferências internacionais e buscar diálogo para solucionar o conflito no Oriente Médio. O presidente também criticou a rejeição à proposta brasileira no Conselho de Segurança da ONU e defendeu o fim do veto no organismo.

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