Este esclarecimento surgiu após o ministro Alexandre de Moraes ter solicitado investigações referentes a falhas no sinal do dispositivo de monitoramento. A SAP explicou que eventuais perdas temporárias de sinal são características comuns na tecnologia de monitoramento eletrônico, corroborando que esses episódios não devem ser interpretados como violação das condições impostas à monitorada. A secretaria afirma que não houve qualquer comunicação formal sobre uma possível violação, enfatizando que os eventos registrados foram causados exclusivamente por oscilações do sinal GNSS, frequentemente utilizado para serviços de localização.
Débora Rodrigues dos Santos foi condenada a uma pena de 14 anos de prisão devido à sua participação em atos golpistas ocorridos em 2023, além de ter sido responsabilizada por pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, localizada em frente ao edifício do STF, utilizando um batom para fazê-lo. Desde março do ano passado, ela está cumprindo pena em regime domiciliar na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo. Este regime vem com restrições severas; além da tornozeleira, Débora não pode acessar redes sociais nem manter contato com outros investigados no caso.
Não obstante a situação delicada, a SAP garantiu que qualquer descumprimento das regras estabelecidas poderá resultar na reclusão de Débora em uma unidade prisional. Portanto, o monitoramento contínuo e as medidas de segurança permanecem vigentes, de modo a assegurar que a pena imposta seja cumprida de forma rigorosa e sem intercorrências. Assim, a administração pública se posiciona em defesa da ordem e da responsabilidade na execução das penas dos condenados.





