Os estados envolvidos na operação incluem Espírito Santo, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro. A magnitude da operação ressalta a necessidade de uma atuação coordenada e integrada no enfrentamento do crime organizado, um problema que vem desafiando as autoridades em várias regiões do país.
Para garantir a eficácia das ações, a Operação Força Integrada II mobilizou equipes das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO’s) de Segurança Pública. Essas forças foram criadas como uma resposta ao crescimento das organizações criminosas, visando fortalecer o combate a esses grupos por meio de uma colaboração estreita entre diferentes agências de segurança.
As FICCO’s reúnem polícias civis, militares, penais, além de guardas municipais e a Polícia Rodoviária Federal, contando também com a participação do Sistema Penitenciário Nacional e secretarias de segurança pública estaduais. Essa colaboração é marcada pela ausência de uma hierarquia fixa entre as instituições, o que permite um fluxo de informações e estratégias mais ágil e eficiente no enfrentamento do crime.
A Operação Força Integrada II é uma demonstração clara da determinação das autoridades em desarticular redes criminosas que operam de forma estruturada e muitas vezes violenta. Com uma abordagem que integra diferentes forças de segurança, a operação busca não apenas prender os envolvidos, mas também desmantelar a infraestrutura que sustenta essas organizações, ampliando, assim, a segurança e a justiça nas comunidades afetadas. Essa ação simboliza um passo significativo no esforço coletivo para enfrentar o problema da criminalidade de forma robusta e eficaz.





